Em Porto Alegre protesto contra Feliciano termina em beijo gay

 

Nesta quarta-feira (26), em Porto Alegre, centenas de pessoas pediram a queda do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). Segundo os protestantes, com a mesma força que o povo derrubou o aumento das passagens do transporte público, pode também influenciar na queda de Feliciano.

O manifesto o correu a partir do meio dia, na Esquina Democrática, no Centro da capital gaúcha. Durante cerca de duas horas durou o protesto e terminou com beijo gay.

Por Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

 

Diferente de outras manifestações recentes na cidade, o grito era contra a influência do fundamentalismo religioso nos direitos humanos, que segundo o movimento LGBT foi dado por uma minoria.

A imprensa gaúcha esteve presente de forma massiva, “Podemos ficar tranquilos pessoal porque estamos muito seguros agora. A Brigada Militar está cuidando de nós. Eu só me pergunto onde eles estão quando os neonazistas atacam gays em Porto Alegre”, indagou uma estudante ao megafone.

Os manifestantes alertavam as pessoas que passavam próximo ao protesto: “Ele (Marco Feliciano) não nos representa e não representa os direitos humanos de modo geral. A cura gay é um retrocesso. A real cura que precisamos é a do Congresso Nacional”, criticou o membro do Grupo Desobedeça, Roberto Steitenfus.

 

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