Criança que nasceu menino se expressa como menina desde os 2 anos

Uma notícia intrigante divulgada na última semana parece apresentar uma prova da afirmação de especialistas que acreditam ser possível a genética explicar a definição de gênero.  Danann Tyler se olha no espelho e mexe os cabelos durante sessão com sua terapeuta, Cindy Paxton, em Redlands, cidade vizinha a San Bernardino, na Califórnia. Especializada em crianças e adolescentes trasgênero, Paxton atende Danann desde os seis anos. Hoje com dez anos ele é tratado em casa e na escola como menina que se diz ser.

Danann nasceu menino, biológica e geneticamente. Sendo assim possui um cromossomo X e um Y, que define desde a fase embrionária os machos da espécie humana (as fêmeas são XX), e órgãos sexuais masculinos, interna e externamente. Mas desde os dois anos de idade, identifica-se como menina.

Com uma camiseta de paetês, usando uma legging, roupas rosas, sapatos de salto, falando sobre músicas da Broadway e saltitando pela casa onde mora, na Califórnia, Orange Country. Desde o momento em que Danann começou a se expressar assim, os seus pais decidiram seguir o conselho da terapeuta e de médicos para que decidissem pela transição – passar a vesti-la e tratá-la como garota, sem intervenção cirúrgica – seus pais, a instrutora de ioga Sarah, 40, e o policial Bill, 43, se viram envoltos em dúvidas.

As tentativas de fazer a transição, como no caso de Danann, são recentes no EUA, ocorre a cerca de uma década. Adultos e jovens tem passado por este processo. Um estudo feito pela escola de direito da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), estima que 0,3% da população adulta nos EUA, Ou seja, que cerca de 700 mil indivíduos de 2011 seja transgênero.

Com Informações Folha de SP

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