Feliciano pode perder título de pastor por ter dado entrevista à Playboy

O pastor Marco Feliciano, que é também deputado federal pelo PSC, pode perder seu título de pastor por ter dado uma entrevista à revista Playboy.

A Convenção Fraternar das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (Confradesp) abriu um processo que irá julgar a atitude do pastor podendo lhe gerar uma advertência ou o descredenciamento pastoral.

A notícia foi dada pela Folha de São Paulo que falou com o pastor Lelis Washington. Segundo o pastor o problema não está no conteúdo da entrevista e sim por ter aceitado falar com uma publicação que mostra nudez. “Não é essa literatura que recomendamos aos fiéis”, disse o Washignton.

O chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer, também foi entrevistado e afirmou que a participação do deputado na revista Playboy de abril foi na verdade um “direito de resposta” concedido por conta de um texto assinado por um humorista que ofendeu Feliciano.

Sobre a possibilidade de perder a credencial de pastor, Feliciano não comentou, pois não foi notificado a respeito da ação da Confradesp. Bauer acredita ser normal que o pastor seja chamado para dar explicações.

A entrevista em questão foi publicada na edição da Playboy de abril onde o Feliciano falou a respeito de diversos temas, comentando sobre a experiência com cocaína que teve na adolescência e seus sonhos de um chegar a ser presidente do Brasil.

Deputado apresenta projeto semelhante à “cura gay”

 

O deputado Anderson Ferreira (PR-PE) apresentou nesta quarta-feira (3) um projeto semelhante e com o mesmo teor do PDC 234/2011, chamado também de “cura gay”, mas de forma pejorativa.

A proposta que gerou polêmica e virou alvos de protestos, e na terça-feira (2) e já foi retirada de pauta. Depois que o deputado João Campos (PSDB-GO), apresentou um requerimento para arquivá-lo.

Existe essa brecha no regimento, que deixa a decisão para o plenário. Se a Mesa Diretora não deixar o texto tramitar, vou recorrer para o plenário”, disse Ferreira ao G1.

Na câmara existe uma regra que o projeto que é arquivado pelo plenário, não possa aprovar um projeto semelhante no mesmo ano. Porém a inscrição “salvo deliberação do plenário” permitiu que fosse reapresentada a proposta.

Na quinta-feira a Mesa Diretora deverá avaliar a proposta do deputado Ferreira. o parlamentar garante que o texto de seu PDC é idêntico ao de João Campos. “Não quis fazer qualquer alteração para que não viessem me dizer que tentei burlar o regimento”, afirmou.

Com informações G1.

 

Somos invisíveis para o governo diz Marco Feliciano

 

Dilma Rousseff deverá receber evangélicos na próxima semana, Depois de receber críticas e represálias de líderes evangélicos por ter recebido apenas representantes da causa gay, a presidente Dilma deverá receber também representantes evangélicos no Palácio do Planalto.

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) disse nesta quarta-feira (3) que não há uma data confirmada ainda, mas que será definida no propósito de continuar debatendo acerca do “o momento nacional”.

A reunião terá a finalidade de o governo dar um resposta acerca das manifestações que tomam conta do Brasil ainda.

Na semana passada, pelo twitter o pastor Marco Feliciano mandou uma mensagem para o pastor Silas Malafaia. “Somos ou não somos invisíveis?”, questionou. Em resposta Silas escreveu que até as “vadias” tem sido recebido no planalto, mas o evangélicos tem sido esquecidos.

Segundo o ministro, a presidente Dilma ainda receberá a partir de sexta-feira, movimentos organizados do campo, além de ativistas da cultura digital, do movimento feminista, entre outros, ligados a desigualdade racial e indígena. Além de autores de blogs populares.

“Seria um ciclo novo que estamos abrindo, além dos que já fizeram, sempre nessa perspectiva da importância de ouvir a sociedade, as demandas, aquilo que as ruas manifestaram”, disse.

“É um momento da presidenta ouvir diretamente questões, sugestões, análises do movimento sobre o momento nacional e, claro, apresentar as suas demandas, que, na medida do possível, serão tratadas depois pelo governo”, completou o ministro.

 

Projeto PL 122 que ameaça a família tradicional voltará a ser votado

 

A senadora Marta Suplicy é a autora do projeto de lei PL 122, esta é a proposta de Emenda à constituição que a senadora e a Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos advogados do Brasil (OAB) estão elaborando.

Os principais pontos deste projeto é acabar com a família tradicional, retirar os termos “pai” e “mãe” dos documentos, retirar festas tradicionais das escolas (dia dos pais e mães), com o propósito de não constranger os alunos que não fazem parte da família tradicional. Além de que os adolescentes com idade a partir de 14 anos, disporão de cirurgia para mudança de sexo custeada pelo SUS.

Elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual, o objetivo é ampliar privilégios ao grupo LGBTT. O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favorecem a agenda gay, até mesmo a garantia de união estável de homossexuais.

Marta reconhece que a tentativa de transformar o Constituição do Brasil numa constituição Anti-“homofobica”  certamente enfrentará resistência da igreja, por exemplo.

“A PEC é bem mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a homofobia e avaliar o momento adequado para fazer uma PEC com essa amplitude, que é realmente o sonho que nós gostaríamos para todo o país”, explicou a senadora à agência do Senado.

 

 

Ciro Zibordi escreve “os sete pecados capitais de Feliciano”

 

O pastor Ciro Sanches Zibordi, é pastor da AD em Niterói-RJ. Conhecido por seus livros “Erros que os Pregadores Devem Evitar” e “Erros que os Adoradores Devem Evitar” entre outros títulos publicados por ele.

No entanto ontem (26) o escritor e articulista publicou em seu blog uma postagem com o título “Os 7 pecados capitais do deputado Marco Feliciano”. Mesmo com o tema sugestivo Zibordi falou sobre alguns dos erros que Feliciano cometeu a frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, mas que se justificam por sua posição e crença.

Zibordi disse que após ter sido questionado da razão na qual Marco Feliciano é “odiado” pela grande mídia, ele resolveu enumerar algumas razões, Eis os sete pecados:

1. Feliciano foi eleito com “apenas” 212 mil votos, quase duzentos mil a mais que seu maior opositor — não me pergunte o nome dele.

2. Ele é evangélico; não é gay; não é simpatizante do movimento LGBT; e, para piorar, é defensor do modelo tradicional de família — essas características o transformam em um fundamentalista religioso, segundo a grande mídia.

3. Nunca participou do Big Brother Brasil.

4. Declarou-se contrário às propostas defendidas por um certo deputado BBBrasileiro com nome de carro antigo — não me pergunte o nome dele.

5. Aceitou ser indicado e eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados — Feliciano foi nomeado sabendo que não tinha os requisitos fundamentais para ocupar esse cargo: apoiar, sem nenhuma restrição, o aborto e qualquer proposta favorável ao ativismo gay.

6. Conseguiu cometer um crime “gravíssimo” — que não existe no Brasil —, o de emitir opinião.

7. Foi um dos mais de quatrocentos deputados que votaram contra a PEC 37.

 

Em Porto Alegre protesto contra Feliciano termina em beijo gay

 

Nesta quarta-feira (26), em Porto Alegre, centenas de pessoas pediram a queda do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). Segundo os protestantes, com a mesma força que o povo derrubou o aumento das passagens do transporte público, pode também influenciar na queda de Feliciano.

O manifesto o correu a partir do meio dia, na Esquina Democrática, no Centro da capital gaúcha. Durante cerca de duas horas durou o protesto e terminou com beijo gay.

Por Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

 

Diferente de outras manifestações recentes na cidade, o grito era contra a influência do fundamentalismo religioso nos direitos humanos, que segundo o movimento LGBT foi dado por uma minoria.

A imprensa gaúcha esteve presente de forma massiva, “Podemos ficar tranquilos pessoal porque estamos muito seguros agora. A Brigada Militar está cuidando de nós. Eu só me pergunto onde eles estão quando os neonazistas atacam gays em Porto Alegre”, indagou uma estudante ao megafone.

Os manifestantes alertavam as pessoas que passavam próximo ao protesto: “Ele (Marco Feliciano) não nos representa e não representa os direitos humanos de modo geral. A cura gay é um retrocesso. A real cura que precisamos é a do Congresso Nacional”, criticou o membro do Grupo Desobedeça, Roberto Steitenfus.

 

Magno Malta e Marco Feliciano falam sobre manifestações e protestos

 

O senador Magno Malta, através de seu site pessoal falou sobre manifestações e na diversidade da democracia, a manifestação pacifica que aconteceu em muitos cidades do país foi uma demonstração de que a nação não está dormindo.

“No Espírito Santo os capixabas estão indignados com a violência crescente e ao mesmo tempo a impunidade de políticos que foram denunciados em várias operações como a Ferrus e também na farra dos incentivos fiscais para empresas suspeitas”, Publicou Magno Malta. E o senador ainda apoio o movimento que deve se repetir nesta quinta-feira.

Já o deputado Marco Feliciano que vem sendo alvo de inúmeras críticas após a repercussão da comissão ter aprovado o projeto de “cura gay”, encontrou tempo para falar sobre outro assunto que vem sendo muito debatido e discutido nos últimos dias, a diversas manifestações e protestos no Brasil inteiro.

O pastor usou rede social para falar e apontar as principais causas dos acontecimentos das últimas semanas. “Falta de segurança, transporte precário, pobreza extrema, corrupção, injustiça social, economia maquiada, tudo isso leva o povo à protestar”. Afirmou Marco Feliciano. O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, ainda parabenizou a presença do povo nas ruas e apoio as manifestações pacíficas. “Manifestações pacificas são legitimas, democráticas e bem vindas! A taça da paciência dos brasileiros transbordou! Abaixo aos vândalos!”.

 

Marco Feliciano é apontado em pesquisas eleitorais para presidente em 2014

Pesquisas eleitorais para identificar as intenções de voto para presidente em 2014 apontam que o Pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, é citado espontaneamente por eleitores de diversos estados.

A informação foi revelada pela Folha de S. Paulo na coluna Painel, no último dia 07 de junho. A matéria afirma que dados foram apresentados ao governo, mas não diz se as pesquisas formam enconendadas pelo Palácio do Planalto.

Segundo a nota, “além de Aécio Neves (PSDB), Marina Silva e Eduardo Campos (PSB), pesquisas que chegam ao governo registram intenções de voto para Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, à Presidência da República”.

A exposição do pastor na crise que envolveu sua eleição à Comissão de Direitos Humanos e Minorias e suas opiniões em temas polêmicos como o casamento homoafetivo e a “cura gay” fez o Partido Social Cirstão considerar a hipótese de lançar um candidato próprio à disputa pela Presidência em 2014. No entanto, o nome mais cotado do partido a ser candidato é o pastor Everaldo Pereira, que é vice-presidente nacional do partido.

O pastor Marco Feliciano tocou no assunto, na última quarta-feira (5), durante a manifestação organizada pelo pastor Silas Malafaia, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, para um público de cerca de 70 mil fieis.

Em seu discurso, o Feliciano afirmou que os basileiros serão saudados por esse presidente com o tradicional cumprimento dos evangélicos: “Eu quero profetizar que chegará um tempo que os crentes vão chegar no culto no meio de semana carregando um radinho de pilha na mão, só para ouvir a voz do Brasil que hoje ninguém escuta de raiva, vai chegar um dia que nós vamos ter orgulho de ouvir a voz do Brasil só para ouvir um jornalista dizer assim: ‘Com a palavra sua excelência o presidente da República Federativa do Brasil’, e o presidente vai começar o seu discurso assim: ‘Eu cumprimento os compatriotas brasileiros com a paz do Senhor Jesus!’”, disse o pastor.

Renan Calheiros planeja acelerar votação do PL122

O presidente do Senado, Renan Calheiros, pediu agilidade na votação da PL 122/2006, lei que criminaliza a opinião contra a prática homossexual. Ao saber da decisão do senador, líderes evangélicos e parlamentares, incluindo o senador Magno Malta, reagiram dizendo que a população brasileira precisa participar dessa discussão.

A crítica do senador se refere ao que ele chama de banalização do termo “homofobia”, uma vez que o texto do projeto de lei criminaliza a opinião. “Eu não sou homofóbico, mas o projeto não é justo. Banalizar a palavra é fácil”.

Malta lembrou, durante seu discurso desta terça-feira (4)que boa parte da população é contrária ao texto da PL 122. “Não pode ser votado a toque de caixa. A sociedade brasileira, acima de 80% dos brasileiros, não concordam com isso”, afirmou o senador.

Ao lado de Magno Malta estava o pastor Silas Malafaia que nesta quarta-feira (5) estava à frente de uma mobilização pacífica em favor da liberdade religiosa, de expressão e favor da família. O líder evangélico também é contra a proposta do Projeto de Lei e acredita que o presidente do Senado não seja “tão inconsequente assim” para “atropelar os trâmites da Casa”           para aprovar o texto.

Renan Calheiros acredita que a proposta deve ser votada mesmo sem acordo entre as partes interessadas no tema. “O processo legislativo caminha mais facilmente pelo acordo, pelo consenso, pelo entendimento. Quando isso não acontece, tem que submeter à votação, à apreciação. É o que vai acontecer em relação ao projeto da homofobia”, disse o presidente do Senado.

Mais uma vez projeto apelidado de “cura gay” deixa de ser votado

O Projeto de Descreto Legislativo (PDC) 234/11, conhecido pejorativamente como “Cura Gay” voltou a entrar na pauta da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara nesta quarta-feira (4).

O relator do projeto, Anderson Ferreira, do PR de Pernambuco, leu seu parecer defendendo que a proposta seja aprovada. Segundo ele o objetivo do projeto é conter um artigo da resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe que psicólogos tratem a homossexualidade, caso seja esse o desejo do paciente.

A votação do tema foi adiada, somando assim 5 adiamentos que ocorreram por motivos variados. O deputado Marco Feliciano, presidente da CDHM criticou a atuação da imprensa e da Agência da Câmara ao falar sobre o tema por desvirtuar a verdadeira intenção do PDC.

“As pessoas pedem para mim uma injeção para curar gay. A imprensa divulga que a proposta é oferecer tratamento para todos os homossexuais através de terapia, o que não é verdade”, afirmou o deputado.

O PDC 234/11 está mais relacionado à atuação do profissional de psicologia, dando a ele a autonomia para tratar do assunto, do que sobre o paciente e o tratamento em si. O projeto é de autoria do deputado João Campos, do PSDB de Goiás.

A deputada do PSD, Lilia Sá, defendeu o projeto dizendo que “Ninguém cura ninguém, quem se cura é você mesmo quando você aceita ser administrado por uma palavra de fé. Não é o medico que vai fazer isso, não. é o psicólogo. É a pessoa, se a pessoa está sofrendo, ela tem que lutar por isso [cura] mesmo”

A Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos, oposta à presidência de Marco Feliciano, realizou, de forma paralela, uma votação simbólica do projeto. Os deputados do PT e PSOL foram contra a proposta e disseram que o projeto se trata de um retrocesso. Os deputados que fazem parte da frente – Érika Kokay (PT-DF), Jean Wyllys (PSOL-RJ), Luiz Couto (PT-BA), Domingos Dutra (PT-MA) e Marina Sant’anna (PT-GO) – caracterizam a “cura gay” como uma aberração.