Nova Bíblia multimídia surpreende com tecnologia

A Bíblia iLumina, que acaba de ser lançada no Brasil, leva o leitor a viagens surpreendentes e ensina a Palavra de Deus de uma forma nunca antes imaginada.

Você está lendo a história de Salomão. Como ele viveu, o que fez, o que disse, os fatos que o tornaram um dos maiores vultos da Bíblia. Clique. Você pressiona o botão do mouse e é repentinamente transportado para o Palácio de Salomão. O coração bate apressado, tomado por uma emoção profunda. Sua mente mal consegue crer. Seus olhos, ansiosos, passeiam de um lado para o outro, querendo ver cada detalhe do que leu tantas vezes, receando não ter tempo de ver tudo antes que o que parece um sonho termine, tão de repente quanto começou. Ao pensar nisso, você se apressa, e começa a andar por cada cômodo, vendo em detalhes as maravilhosas obras que tornaram aquele palácio o mais famoso do mundo. Parece sonho, mas é real. E a passagem para essa viagem fantástica está ao alcance da sua mão, tantas vezes quantas você quiser.

Assim é a Bíblia iLumina, produzida e lançada na 4a. Expo Cristã pelo Projeto iLumina em conjunto com a SBB (Sociedade Bíblica do Brasil). O idealizador deste projeto incrível é um brasileiro, Nelson Saba, e por isso desde seu início, sete anos atrás, havia o propósito de lançá-lo em nosso país logo que possível. Mas, para desenvolvê-lo, foi preciso recorrer a uma equipe norte-americana, que reuniu cerca de 30 dos melhores especialistas em animações digitais, vindos dos mais renomados estúdios, como Disney e Dreamworks. Um projeto ousado e inovador, que hoje enche de orgulho seus realizadores e proporciona momentos inigualáveis e inesquecíveis de estudo da Palavra de Deus a milhares de pessoas, em vários países.

“Como o iLumina é um projeto de qualidade, fidelidade e credibilidade, buscamos no Brasil algum parceiro que pudesse oferecer estas mesmas características. Encontramos então a Sociedade Bíblica do Brasil, que nos deu a honra desta parceria. É importante citar que todas as animações do iLumina são 100% fiéis à Palavra de Deus.

Nada que está no iLumina é ficção. Isso torna este projeto fidedigno à Palavra de Deus, que é o mais importante”, afirma Leonardo Ferreira, gerente de Marketing do iLumina. Ele explica que os textos utilizados na versão em língua portuguesa do iLumina foram: 1. João Ferreira de Almeida Revista e Corrigida (RC), 2. João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada (RA), Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH) e a King James Version (em inglês). “Este é um projeto não só para os cristãos, mas sim para todos aqueles que têm fome e sede da Palavra de Deus”, diz Leonardo.

O iLumina é a primeira Bíblia Multimídia a chegar ao mercado. Cada capítulo possui recursos de som, imagens e animações e cada versículo possui recursos de estudo, proporcionando ao leitor uma quantidade e qualidade de informações integradas que conduzem com facilidade ao máximo nível de entendimento do que está sendo estudado. O cristão pode pesquisar e ler todo o texto das Escrituras nas quatro versões citadas, separadamente ou lado a lado, para comparações.

Para saber mais sobre a Bíblia iLumina, acesse:
http://www.iluminabrasil.com.br

Fonte: Supergospel

O dominio do sexo é o mais disputado

Quando a questao é sexo, até a Igreja anda querendo usar a internet.

Uma igreja de uma cidadezinha holandesa, perto da fronteira com a Belgica, estava tentando comprar o domínio sex.eu e ofereceu algumas centenas de euros. Mas nao deu certo.

Segundo um porta voz, a igreja queria usar o endereço para promover o sexo “da forma como Deus queria”.

Fonte: Blue Blus

Guarde a Bíblia no chaveiro

O Bible USB Key é o jeito mais moderno de levar aquele e-book sagrado e compartilhar com todos os irmãos.

Assim, você pode parar de entregar revistinhas e jornaizinhos e passar finalmente para a máquina de qualquer ovelha desgarrada a palavra do Senhor.

Para que você não perca tempo, a bíblia completa com seus 66 evangelhos já estão disponíveis no chaveiro, que tem um design cristão de bom gosto.

E, quem se importa com capacidade? Por US$ 30, você receberá em janeiro a bíblia USB em sua casa.

Fonte: Yahoo! Notícias

Video games cristãos: a nova arma religiosa americana

Nos videogames cristãos que começam a fazer sucesso nos Estados Unidos, há heróis (Catecúmeno), combates (contra a preguiça e os pecados capitais) e conversões do inimigo, o que não significa, dizem seus criadores, que sua missão seja evangelizadora.

Em sua estrutura, estes jogos não diferem dos convencionais. O jogador conduz seu herói para um objetivo através de um caminho repleto de dificuldades. A única novidade são as variáveis da equação.

Por exemplo, em “Catecúmeno” (“Catechumen”) o jogador deve libertar seu mentor e seus irmãos cristãos presos por soldados romanos possuídos pelo demônio.

O herói do jogo não mata os romanos, mas “abre seus olhos” e os resgata “da obscuridade” e de “Satã” para que “recebam o perdão por seus pecados”, segundo sua sinopse.

Outro jogo, “Santos da Virtude” (“Saints of Virtue”), consiste numa viagem “ao reino do coração” no qual é preciso derrotar inimigos como os sete pecados capitais.

Em “Guerra eterna: sombras da luz” (“Eternal War: Shadows of Light”), os jogadores recebem de Deus a ordem de combater os demônios internos de um adolescente com tendências suicidas, enquanto “Horizontes sinistros” (“Ominous Horizons”) leva o herói para a Alemanha de 1455 para salvar da destruição a impressora de Guttenberg e sua primeira impressão da “Bíblia”.

“Somos uma alternativa saudável”, explicou Ralph Bagley, fundador e presidente da N’Lightning Software Productions e porta-voz da Fundação de Criadores de Jogos Cristãos.

“Há uma verdadeira fadiga do consumidor” com a violência e o sexo que predominam em muitos dos video games mais populares.

As famílias “não querem deixar esta decisão para as crianças porque estes jogos não ensinam coisas boas”, sustenta Bagley, negando que a alternativa dos video games cristãos esconda intenções proselitistas.

“Queremos algo sem o conteúdo violento e sexual, mas que também ensine alguns valores bíblicos e a história cristã. O que não queremos são jogos que imponham o ponto de vista cristão de uma pessoa a outras”, afirmou.

Bagley gosta de comparar os video games cristãos ao rock cristão, no qual ninguém apostava há alguns anos e que hoje “é o gênero musical que mais cresce” graças a um salto em sua “qualidade”.

Embora o setor esteja em plena fase de desenvolvimento, alguns de seus líderes, como a empresa Digital Praise, estimam as vendas anuais de jogos cristãos de computador entre 100 e 200 milhões de dólares.

No momento, dois dos jogos da companhia de Bagley, “Catechumen” e “Ominous Horizons”, venderam 80.000 e 60.000 exemplares, respectivamente, e a empresa espera que as vendas deste entretenimento piedoso ganhem impulso no Natal.

Fonte: Último Segundo

Newsboys, tobyMac, Jeremy Camp em novo game para console

Novo jogo sobre a Bíblia para Playstation2 e Xbox traz trilha sonora com TobyMac, Newsboys, Kutless, Jeremy Camp entre outros artistas Cristãos.

A empresa Crave Entertainment anunciou em Outubro o lançamento do jogo The Bible Game, que combina dirversão de games com conhecimento bíblicos. O jogo também sai com um preço mais acessível nos EUA, $19.99. (Jogos para consoles nos EUA custam em média $49.99). O jogo será lançado para Game Boy Advance num futuro próximo. `

Mais detalhes, no link abaixo (em inglês):
http://www.cravegames.com/games/biblegame/index.html

Fonte: DotGospel

EUA mantém o controle técnico da internet

Não existe hoje um fórum único para discutir os complexos temas surgidos com o crescimento da internet e das novas tecnologias digitais

O primeiro acordo saído da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, realizada em Túnis, veio antes mesmo de sua abertura oficial: na noite de terça, os lados chegaram a um consenso sobre a polêmica questão do controle da internet. Os EUA mantiveram o controle sobre os aspectos técnicos da administração da rede – o que preserva o cerne de sua função atual. No entanto, foi criado o Fórum de Governança da Internet, do qual participarão governos e representantes de empresas e da sociedade civil, “internacionalizando” a rede.

O fórum não terá poder decisório em questões relativas à administração, mas articulará políticas em áreas importantes como segurança no ciberespaço (combate a spams, vírus, etc.), inclusão digital e regras mais claras para o comércio online internacional, entre outras. Não existe hoje um fórum único para discutir os complexos temas surgidos com o crescimento da internet e das novas tecnologias digitais.

A gestão de domínios e de endereços da internet, assim como a administração dos computadores centrais responsáveis pelo funcionamento da rede, permanecerão sob responsabilidade do ICANN (Internet Corporation of Assigned Names and Numbers), sediado na Califórnia. O ICANN é uma organização privada, sem fins lucrativos e “quase independente”, à qual o governo americano delegou a gestão da rede. O órgão manterá seu poder sobre aspectos técnicos da administração da internet. “Nós não mudamos nada no que diz respeito ao papel do governo americano e aos aspectos técnicos que tanto nos preocupavam”, disse o embaixador David Gross, chefe da delegação dos EUA.

Outros participantes da conferência, no entanto, têm outra visão sobre o tema. Para a União Européia, fiel da balança na decisão de criar o Fórum, haverá “uma internacionalização maior na governança da internet e uma maior cooperação”. O documento gerado do acordo prevê que cada país seja ouvido em decisões que o ICANN venha a tomar relativas ao domínio de cada país – o Brasil em relação ao “.br”, por exemplo.

O embaixador Antonino Marques Porto, representante do Brasil nas negociações, acredita que o fórum terá influência e acabará sendo levado em consideração pelos EUA. “Foi criado um fórum multilateral e internacional, que poderá discutir e estabelecer políticas muito mais transparentes em relação à internet”, disse ao Estado. Ele avaliou o acordo como uma vitória do grupo de países que defendem a internacionalização da rede – o Brasil é um dos líderes do grupo.

Além de membros de quase 150 governos, mais de 10 mil representantes de empresas, entidades e Organizações governamentais participam do encontro.

fonte: O Estado de São Paulo

ONU exige que EUA deixem controle da internet

Controle da rede será discutido na Tunísia, dia 16 de novembro, na Cúpula Mundial da Sociedade da Informação

A batalha pelo controle do sistema de domínios da internet promete ser dura quando for inaugurada na Tunísia, no dia 16 de novembro, a segunda fase da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação (CMSI). Esta é a impressão dominante entre os especialistas que têm a responsabilidade de preparar a reunião, que deve contar com a presença de cerca de 50 chefes de Estado, como aconteceu na primeira fase da cúpula, realizada em Genebra, no fim de 2003.

Em mensagem divulgada neste domingo na Tunísia, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, rejeitou a idéia de que as Nações Unidas queiram “se apossar” da internet, exercer um trabalho de polícia sobre a rede ou controlá-la de alguma forma. O que a ONU quer, afirmou Annan, é promover o diálogo e o consenso entre os governos para que todos os povos possam se beneficiar das vantagens da internet, reduzindo assim a exclusão digital e construindo uma sociedade da informação aberta.

O secretário-geral da ONU ressaltou que os Estados Unidos, que criaram a internet e mantêm o controle sobre o sistema de domínios, merecem gratidão, mas devem admitir a necessidade de internacionalizar os mecanismos de administração da rede devido à importância que tem para a economia de todos os países do mundo.

Os EUA não estão interessados em que a comunidade internacional os substitua no controle da rede. Na prática, o departamento de Comércio dos EUA é que regula esse sistema através da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Icann, em sigla em inglês), um organismo com sede no estado da Califórnia e sem fins lucrativos. Teresa Swinehart, uma das dirigentes da Icann, afirmou que, se o organismo for substituído por uma corporação internacional, isso “representaria a introdução de um fator político negativo”.

Em junho deste ano, o governo americano anunciou que não abandonará o controle desse sistema e o departamento de Estado informou que essa decisão será mantida “independentemente do que acontecer na conferência da Tunísia”. Para os EUA, o controle da rede não é tema sujeito à negociação e não parece possível que esta posição mude, como anunciou o presidente da Comissão Européia (CE, órgão Executivo da União Européia), José Manuel Durão Barroso, durante a visita que fez a Washington na semana passada.

A UE defende o multilateralismo como método de governo para a rede, descentralizando o poder exercido pelos EUA. Essa também é a posição do Brasil, da China e da Rússia, entre outros países. Nesta polêmica, os EUA podem ficar isolados na cúpula da Tunísia, mas isso não parece preocupar muito a administração americana, que conta neste tópico com o apoio tanto de democratas como de republicanos.

Congressistas dos dois partidos pediram ao presidente George W. Bush que não ceda o controle da internet e disseram que isto é necessário para “preservar o livre comércio”. Por outro lado, os políticos americanos argumentam que a Icann já tem dimensão internacional, pois conta com um comitê de conselheiros de vários governos. Entretanto, na prática, esse grupo não tem autoridade efetiva.

O departamento de Comércio e a Icann estão ligados por um contrato que expira no fim de 2006, mas o governo americano já disse que se oporá à criação de um fórum multinacional que substitua o organismo de controle de nomes e números de domínios na rede.

fonte: O Estado de São Paulo

Bíblia agora vai para o toca-mp3

A partir de fevereiro, os usuários do toca-MP3 iPod nos Estados Unidos poderão utilizar o aparelho para ouvir passagens da Bíblia, além de acompanhar simultaneamente a projeção de imagens.

“Acreditamos que este novo formato tornará a Bíblia mais acessível e permitirá que as pessoas tenham tempo de escutar a palavra de Deus”, disse Mark Hunt, vice-presidente e editor de novos formatos da Zondervan, editora de Bíblias.

A Zondervan trabalhará em parceria com a Talking Panda, um fabricante de softwares, no desenvolvimento do produto.

“As pesquisas demonstram que as gerações mais jovens sentem que a Bíblia é relevante para suas vidas, mas não se comprometem com ela por diversos motivos”, continuou Hunt.

O produto, que já é chamado de o Livro de Jobs –homenagem a Steve Jobs, diretor-executivo da Apple –custará US$ 49,99 nos Estados Unidos.

Fonte: Folha Online

EUA lutam para manter o controle sobre os domínios da WEB

Enquanto alguns países comemoravam o Dia da internet na última terça-feira, os Estados Unidos lutavam para se defender contra os grupos que propõem a transferência do sistema de domínios da rede para a ONU (Organização das Nações Unidas).

A discussão sobre o controle do sistema de domínios de internet era até há pouco tempo relativamente restrita, mas nas últimas semanas a questão ocupou mais espaço na vida política dos EUA, ganhando tons nacionalistas.

Tanto o Partido Republicano –com o presidente George W. Bush à frente– como o opositor Partido Democrata parecem dispostos a qualquer coisa para que o controle do sistema continue no país. Para isso se apóiam nas origens da rede, que nasceu como um projeto militar do Pentágono.

Por enquanto, os Estados Unidos mantêm o controle das “raízes” de Internet, o que significa que está em seu poder autorizar ou negar determinados domínios, tal como ocorreu recentemente com a terminação “.xxx” para os sites de pornografia.

A autorização para o triplo x foi vetada pela administração de Bush sob o argumento de que não permitir a criação de um “zona virtual” que potencializasse a pornografia na rede.

Assim, os EUA são o único país que mantêm poder de veto sobre Icann (Corporação da Internet para Nomes e Números Designados, em inglês), organismo privado, mas dependente, do Departamento de Comércio.

Bush discutiu a questão em um encontro na semana passada com José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Européia, organismo que é a favor da descentralização do poder exercido pelos EUA a partir da criação de um novo modelo de governo na web.

A maioria dos países, sobretudo aqueles em vias de desenvolvimento, argumentam que a rede se transformou em sinônimo de desenvolvimento e crescimento e, por isso, é um instrumento básico para ampliar as oportunidades dos grupos menos favorecidos.

A questão será debatida na Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, evento organizado pelas Nações Unidas e que será realizado na Tunísia em meados de novembro.

O Governo dos EUA comparecerá à cúpula com o respaldo de republicanos e democratas. Representantes dos dois partidos enviaram há poucos dias uma carta ao departamento de Estado e ao de Comércio para pedir à Administração de Bush que mantenha a firmeza e o controle do sistema de nomes de domínio.

“Dada a importância de internet para a economia mundial, é essencial que o sistema de domínios continue seguro e estável”, diz a carta assinada por dois republicanos e dois democratas. “Os EUA devem manter seu papel histórico de autorizar mudanças e modificações na rede”, continua.

A União Européia quer que os EUA compartilhem com a ONU a responsabilidade sobre o sistema de domínios, incluindo a possibilidade de acrescentá-los ou retirá-los.

A este plano também se opõem outros grupos. Eles acham que uma estrutura diferente poderia trazer novos regulamentos que prejudicariam a expansão do comércio eletrônico.

Entre eles se encontra a Associação da Indústria da Tecnologia da Computação, que declarou apoiar uma solução baseada mais nas regras do mercado do que no controle da ONU, e a Nominet, organismo que administra os domínios do Reino Unido.

Estes grupos estão preocupados com a possibilidade de que o plano da ONU inclua novas diretrizes para a proteção dos consumidores e a possibilidade da criar novas taxas.

fonte: Folha de São paulo

Novo aparelho permitirá que portadores de surdez escutem música

Pessoas portadoras de surdez podem voltar a ouvir música. Um Implante em desenvolvimento no Laboratório Físico Nacional da Grã Bretanha para a cóclea, parte interna do ouvido, faz com que o dispositivo opere com uma freqüência mais ampla, o que permitiria ouvir não só palavras.

De acordo com reportagem da revista New Scientist, o implante colocado dentro do ouvido seria diferente dos atuais – colocados atrás da orelha em uma pequena caixa. O implante seria possível devido aos pelos e líquido contidos na parte anterior ao labirinto que fica dentro do ouvido, que vibram, em resposta a algum som. Já os usados atualmente envolvem a colocação de eletrodos, condutores de eletricidade, dentro do ouvido, e uma pequena caixa externa, que contém um microfone para captar e amplificar o som, mas sem o tornar mais claro.

O protótipo em desenvolvimento ainda é grande, medindo cerca de dois centímetros quadrados e o implante pronto para comercialização pode ficar pronto apenas daqui a dez anos.

Fonte: Elnet