Ressurreição é fiel a Bíblia e alcança mais de 250 mil pessoas nos cinemas

Nesta quinta-feira (31/03) iniciou a terceira semana (31/03 até 06/04) de exibições do filme Ressurreição nos cinemas do Brasil mantendo a produção em mais de 100 salas de cinemas. O longa distribuído pela Sony Pictures está presente nas principais capitais do país graças ao apoio do público que tem comparecido nas primeiras semanas de exibições. Portanto, se você já assistiu convide um amigo ou se ainda não assistiu confira o cinema mais próximo a você, aqui!

Mais de 250 mil pessoas já conferiram a produção nas telonas e confirmam que o filme transmite o verdadeiro significado da Páscoa, época tão celebre do calendário cristão e o mais importante da forma verdadeira.

Segundo o produtor do filme Lidell, “Eu sempre quis contar uma história como essa, que parece um grande filme de Hollywood …queremos que os cristãos se sintam representados de forma correta. Mas se você não crê, a ação e o drama oferecem outras razões para assistir ‘Ressurreição’ (Risen)”.

Afirmando esse propósito, Edvaldo Carneiro, compartilhou na Fan page do filme o seguinte depoimento “Como teólogo e professor de teologia sistemática posso afirmar que o filmeRessurreição é excelente. Até que enfim um filme fala de Jesus (Yeshû’a) a partir daRessurreição e coloca Maria Madalena (Miryan de Magdála = Amada [Mir] do Senhor [Yan] que é torre de perfume (Magdála) no centro da problemática. Parabéns aos idealizadores. Shalom!” Além dele, outros pessoas comentaram a felicidade e gratidão por ter essa bela mensagem retratada de forma fiel aos relatos bíblicos nos cinemas.

Outro destaque foi a homenagem do cantor Leonardo Gonçalves a produção com o clipe da aclamada música “Ele Vive” na semana de estreia, convidando todos a assistir ao filmeRessurreição nas telonas. O clipe que já acumula mais de 500 mil visualizações no Youtube é uma nova versão espetacular desse clássico da música cristã, confira aqui!

Vale lembrar que os exibidores abrem ao público a possibilidade de fazer reservas de salas de exibição para grupos, com valores especiais. Nesse caso é preciso entrar em contato pelo e-mail: [email protected].

Marinha israelense simula sequestro de navio por terroristas do Estado Islâmico

Eilat (TPS) – A IDF (Forças de Defesa de Israel) realizou, em Eilat, um exercício naval em grande escala, que terminou no início da manhã de quinta-feira, 31/3. Um dos cenários da simulação foi o sequestro de um navio israelense civil pelo Estado Islâmico (ISIS). Todas as unidades da Marinha, incluindo a Shayetet 13 (Frota 13), unidade de comando especial, participaram do exercício. De acordo com a IDF, ele foi elaborado para treinamento de reação rápida da Marinha a ameaças imediatas, sob pressão.

Os cenários simulados durante o exercício incluíram terroristas invadindo as fronteiras de Israel por via marítima; uma tentativa de ataque terrorista dirigido a uma embarcação israelense; e assumindo controle em caso de sequestro de uma embarcação israelense por terroristas do ISIS. O último cenário foi executado pela Shayetet 13.

O aumento da atividade e influência do ISIS no Sinai é visto em Israel como uma potencial ameaça. Um oficial superior da Marinha disse que o exercício se destina a melhorar a resposta a situações de ataques terroristas marítimos. O porta-voz da unidade do IDF explicou que o exercício foi planejado com antecedência e que seu objetivo é continuar treinando as forças em diferentes cenários.

 

Fonte: TPS / Texto: Michael Bachner / Tradução: Alessandra Franco / Foto: IDF

Cidade de Jerusalém se une à ONU no programa Cidade Amiga do Idoso

Jerusalém (TPS) – A prefeitura de Jerusalém foi empossada como membro em um programa da Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas (OMS) na terça-feira 29/3.

“A rede mundial das cidades amigas do idoso, lançada pela OMS, adicionou a cidade de Jerusalém como um membro da rede devido ao lançamento bem-sucedido, em 2014, de um plano-mestre para o apoio dos seus cidadãos idosos”, disse um porta-voz de Jerusalém ao serviço de imprensa Tazpit (TPS).

De acordo com a OMS, a rede mundial de cidades amigas do idoso foi criada a fim de lidar com o crescente fenômeno internacional da população em envelhecimento e o aumento da expectativa média de vida. Ela se esforça para melhor atender as necessidades dos moradores mais velhos e está empenhada em criar ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para beneficiar populações de idosos.

“Jerusalém é o lar de mais de 70 mil pessoas acima de 65 anos, tornando-a a cidade com a maior população idosa no país. Nós lançamos o nosso plano-mestre cidadão idoso para aumentar a qualidade de vida dos nossos moradores idosos, incluindo a instalação de mais bancos de praça públicos, um centro de emprego e voluntariado, programas de saúde para idosos, e mais”, explicou o porta-voz.

Depois que o órgão da ONU reconheceu as realizações de Jerusalém no campo, a OMS integrou-o como um membro oficial da rede, que atualmente inclui mais de 200 cidades e comunidades de 33 países diferentes. A rede permite aos seus membros a plataforma para compartilhar informações e conhecimento, participar de pesquisas e de se juntar ou iniciar programas de cooperação internacional.

“O plano diretor municipal deu-nos as ferramentas e a capacidade de desenvolver programas e serviços que apoiam e estimulam nossos cidadãos idosos. Eles são a âncora social da nossa comunidade”, disse o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat depois de receber o certificado de admissão na rede da OMS.

Fonte: TPS / Texto: Michael Zeff / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Andrew McIntire

Clérigo muçulmano é condenado por discursos que incitam massacre de judeus

Jerusalém (TPS) – Um clérigo muçulmano foi condenado por incitação, por ter proferido discursos no Monte do Templo nos quais ele disse que os judeus deveriam ser “massacrados” e que eles eram semelhantes aos “macacos e porcos”.

A sentença foi proferida pelo juiz Samuel Herbst no Tribunal de Magistrados de Jerusalém, condenando o xeique Omar Abu Sara por incitação à violência e por divulgação de incitação ao racismo.

Segundo a acusação, o xeique Abu Sara falou na capela Qibli da Mesquita Al-Aqsa em novembro de 2014 sobre “as características dos judeus de acordo com o Alcorão”. O discurso foi aplaudido pelo público, filmado, e carregado no dia seguinte para o YouTube.

No discurso, Abu Sara comparou judeus com “macacos e porcos” e os acusou de assassinar o profeta islâmico Maomé, juntamente com outros profetas. Ele também disse que os judeus têm de ser massacrados.

“Eu digo aos judeus explicitamente: É hora de massacrar vocês, lutar com vocês e matar vocês”, ele pregou. “Aguardamos o dia e momento quando chegar a hora de acabar com vocês, e vamos enfrentá-los, se Deus quiser (…) Deus, por favor acelera aquele dia, agiliza o dia da morte deles, acelera o dia em que purificamos Al-Aqsa da sua sujeira, acelera o dia em que um estado califado islâmico seja estabelecido”.

Em seu veredicto, o juiz Herbst disse que “quando eu olho para o réu vejo um ser humano, e é profundamente lamentável que quando ele olha para mim, ele veja um macaco ou um porco, destinado a ser impiedosamente exterminado”.

“Judeus e árabes vivem lado a lado em Israel, e isso não vai mudar”, Herbst continuou. “O réu e seus semelhantes inflamam tensão constante, que começa com discursos e termina com o atual registro de crianças e jovens segurando facas e direcionando-as para os corpos, a carne e gargantas de membros de outra nação”. “É hora de parar esta incitação, na Internet, em reuniões, e em locais de culto”, concluiu.

A queixa foi apresentada pela Honenu, uma organização de ajuda legal, em nome de Yehuda Glick, um conhecido defensor dos direitos dos judeus no Monte doTemplo, pouco depois de Glick sobreviver a um atentado contra sua vida por um terrorista palestino.

Em resposta à condenação, Honenu saudou a decisão, mas acrescentou que “infelizmente, quando se trata de incitação contra os judeus, cabe aos cidadãos e organizações ajudar o sistema legal a fazer o seu trabalho. Esperamos que estas mudanças políticas e que a polícia e o procurador da República façam o seu trabalho fielmente”.

“Espero que ele receba o castigo que ele merece”, comentou Yehuda Glick. “Eu também espero que isso desencoraje outros e que o Monte do Templo possa voltar a ser um centro de paz e não de incitação”.

Fonte: TPS / Texto: MichaelBachner / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Kobi Richter

Páscoa em Jerusalém com um padre jesuíta, judeu por nascimento

Jerusalém (TPS) – Celebrar a Páscoa em Jerusalém é, sem dúvida, uma experiência transformadora para os milhares de peregrinos cristãos que migram para a cidade santa, mas essa transformação parece mais literal para o padre David Neuhaus. Neuhaus, 54 anos, um padre jesuíta em Jerusalém, vigário no Patriarcado Latino de Israel, foi criado como judeu e se considera judeu  ainda hoje.

“Eu me vejo como um judeu israelense”, Neuhaus disse ao serviço de imprensa Tazpit (TPS). Ele explicou que pela religião ele é cristão, mas por todos os outros parâmetros culturais ele se identifica com a comunidade judaica de Israel. Ou, como Neuhaus sucintamente diz, “eu sou um deles”.

Em nenhum lugar essa mistura inusitada foi mais evidente do que em Jerusalém neste fim de semana passado, como o feriado judaico de Purim – uma festa barulhenta de máscaras e bebidas – coincidindo com a Sexta-Feira Santa, a comemoração católica da crucificação de Jesus. “Tivemos nossa Quinta-Feira Santa e Sexta-feira Santa, quando os nossos filhos se fantasiaram [para Purim] durante o dia e vindo para as orações à noite”, disse Neuhaus à TPS. “De fato cria um pouquinho de esquizofrenia, porque estamos passando de um carnaval para os dias mais solenes do calendário cristão”. “Nós fazemos um monte disso”, ele acrescentou, “nos movendo entre as culturas”.

Neuhaus nasceu em uma família de refugiados judeus alemães em Johannesburgo, África do Sul, onde frequentou escolas judaicas. Ele contou que sua família estava “vagamente tradicional” em uma comunidade judaica ortodoxa moderna, mas “não muito praticante”. Aos 15 anos sua escola o enviou para Israel por três meses para aprender hebraico. Foi uma viagem que iria alterar drasticamente o curso de sua vida de uma forma totalmente imprevisível.

Como uma criança precoce (Neuhaus prefere “neurótica”), ele tinha um interesse peculiar na história da Rússia czarista e seguiu suas investigações até um aristocrata russo exilado vivendo em um mosteiro no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, onde ele conheceu uma freira de 89 anos de idade, que era totalmente paralisada e ainda assim falou com ele durante três horas seguidas. “Eu só conheci a pessoa mais feliz que eu já encontrei em toda a minha vida”, Neuhaus lembra de ter pensado. A mulher em êxtase lhe disse que ela estava apaixonada. “Esse foi o primeiro encontro com uma pessoa de Jesus”, Neuhaus explicou.

“Eu voltei e disse aos meus pais que queria ser um cristão”, disse Neuhaus à TPS, “e meus pais responderam com um enfático: ‘Como você pode se juntar a eles depois do que fizeram para nós?’”

Ainda adolescente, Neuhaus prometeu a seus pais que ele iria esperar dez anos antes de se converter. “Eu tentaria encontrar algum tipo de resposta nesses dez anos sobre como poderiam os discípulos de Jesus fazer o que fizeram quando se tratava dos judeus”, disse ele. “Eu mantive a promessa.”

Neuhaus foi finalmente batizado em Jerusalém, em 1988, e foi ordenado padre jesuíta em 2000. Ele agora é um representante do arcebispo, conhecido em Israel como o Patriarca – clérigo católico de mais alta patente no país – supervisionando sete igrejas de língua hebraica e russa em todo o país. Seu rebanho é composto principalmente por membros de família cristã, bem como de migrantes africanos e requerentes de asilo, com “muito poucos convertidos” da comunidade judaica, disse ele.

Ele também fala árabe e está “muito envolvido na igreja de língua árabe”. “Estamos unidos pela nossa fé”, disse. Neuhaus observou os feriados desta semana com serviços na igreja do Santo Sepulcro e do Jardim Getsêmani, em Jerusalém, que são áreas sagradas associadas com a prisão e crucificação de Jesus.

No entanto, as horas de oração trazem à memória de Neuhaus os dias mais santos para os judeus. Na verdade, ele se lembra de uma Sexta-feira Santa que passou rezando com os coptas do Egito, que insistem em jejuar e cuja liturgia é tão longa que “parece muito com o Yom Kipur”. Notavelmente, Neuhaus ainda participa regularmente dos serviços de Rosh Hashaná e Yom Kipur. “Eu vou a uma sinagoga onde as pessoas sabem quem eu sou, então eu não estou de brincadeira”, Neuhaus explicou. Apesar da ressalva, ele frequenta os serviços desses dias sagrados porque “é quem eu sou, histórica e sociologicamente”, Neuhaus disse que ele acrescentou que “somos chamados, como católicos, para estar em uma relação profunda com o povo judeu”.

Fonte: TPS / Texto: Jesse Lempel / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Hillel Maeir

Belo Horizonte (MG) sedia Seminário sobre Dependência Química

No dia 25 de abril, a cidade de Belo Horizonte (MG) sediará, pela terceira vez, o Seminário sobre Dependência Química, promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). O evento, a ser realizado no Auditório da Faculdade Batista de Minas Gerais, este ano terá como tema “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” e abordará os processos de recuperação que auxiliam tantas pessoas a superar a dependência química.

“Para vencer o desafio de ficar afastado das drogas, os dependentes químicos em recuperação precisam contar com o apoio de familiares e profissionais, que contribuam para que este processo seja exitoso. Pensar em viver um dia de cada vez é um método que tem se mostrado eficiente, e isso fica mais fácil quando se tem por base a Palavra de Deus”, afirma o secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB, Erní Seibert, que está encarregado da palestra sobre esse tema.

O programa, das 13h às 17h30, inclui, ainda, as palestras “Vivências: Um dia de cada vez!”, com Kaká, presidente da Comunidade Terapêutica Ele Clama, e “Políticas Públicas, Drogas, Comunidades Terapêuticas e parcerias com o Setor Público”, com Rafael Miranda Alves Pereira, subsecretario de Políticas sobre Drogas do Estado de Minas Gerais. Estão previstas apresentação de vídeo sobre a Bíblia de Estudo Despertar e atrações culturais.

 

Confira a programação completa:

 

  • 13h – Credenciamento
  • 14h – Abertura
  • 14h20 – Apresentação do Coral da APAC de Nova Lima
  • 14h40 – Palestra: “Vencendo Um Dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades” – Erní Seibert, secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB
  • 15h20 – Apresentação do vídeo sobre a Bíblia de Estudo Despertar.
  • 15h30 – Palestra: “Vivências: Um dia de cada vez!” – Kaká, presidente da Comunidade Terapêutica Ele Clama.
  • 16h10 – Apresentação cultural
  • 16h20 – Palestra: “Políticas Públicas, Drogas, Comunidades Terapêuticas e Parcerias com o Setor Público” – Rafael Miranda Alves Pereira – subsecretario de Políticas sobre Drogas do Estado de Minas Gerais.
  • 17h – Debate
  • 17h30 – Encerramento

Seminário sobre Dependência Química – “Vencendo Um dia de Cada Vez: Desafios e Possibilidades”

Data: 25 de abril de 2016

Horário: das 13h às 17h30

Local: Auditório da Faculdade Batista de Minas Gerais

Rua Plombagina, 305 A – Colégio Batista – Belo Horizonte (MG)

Informações e confirmação de presença: Tel.: 0800 727 8888 | (31) 3343-9118 e 99732-1647

www.sbb.org.br

Banda Kastsbarnea anuncia gravação do novo DVD “A Carne e o Sangue”

A Banda Katsbarnea anuncia por meio de sua assessoria a gravação do seu novo DVD “A Carne e o Sangue”. O evento será realizado no dia 16 de abril, na Renascer Arena, antigo Ginásio da Portuguesa.

Segundo a banda, a gravação do DVD levará o público ao início da revolução da música gospel no Brasil, trazendo o rock de protesto com suas letras e estética musical que romperam com a estrutura, até então vigente no cenário cristão, ao evangelismo de segunda-feira, realizado na Avenida Lins de Vasconcelos, onde a banda fez parte e iniciou a sua carreira.

A produção contará com uma mega estrutura de som, luz, vídeos, além de ser também um show intimista fazendo do público um dos protagonistas do evento.

“A ideia não é comemorar os anos de carreira da banda, mas sim a nova fase do Kastsbarnea, a nossa nova formação, transformação e maturidade musical”, e poder mostrar para o público através de um DVD seria incrível, principalmente por poder cantar para Jesus. A nossa intenção é realizar um show de evangelismo, com foco total em salvação de vidas e dar a oportunidade para que o público volte ao tempo dos evangelismos de segunda-feira, e para quem não fez parte possa sentir o gostinho de como era na época, com muito rock, mesmo não sendo muito aceito pela sociedade. E para que seja mais real, o Apóstolo Estevam Hernandes levará a palavra durante o show”, afirma Paulinho Makuko, vocalista da Banda.

A banda ainda afirma que durante o show cantarão sucessos inesquecíveis de sua carreira, músicas como “Extra”, “Revolução”. Além das músicas dos discos atuais “Jeremias” e “I Can Fly”. Durante o DVD também haverá o lançamento de uma canção que foi feita exclusivamente para a gravação do DVD, inaugurando um novo tempo para a banda, junto com a nova formação que veio para acrescentar esse ícone da música gospel nacional.

Os convites estão à venda nas Igrejas Renascer em Cristo e através da loja virtual gospelbay.com.br.

Realese sobre o Katsbarnea

Composta por quatro integrantes, a banda paulistana Katsbarnea formada por Paulinho Makuko, Marrash, Jeff Fingers e Moisés Brandão, completa 28 anos de carreira. Formada desde 1988 em meio à efervescência do rock de protesto no Brasil. Suas letras e estética musical romperam com a estrutura, até então vigente no cenário cristão, trazendo à tona temas como drogas, desequilíbrio ecológico, abuso do álcool, violência e desigualdade social.

Seu primeiro CD, foi lançado em 1991, intitulado “Katsbarnea”. Venceu o FICO (Festival Interno do Colégio Objetivo), com a música “Extra”, maior hit da banda que solidificou sua carreira e deu a oportunidade de participar de programas de grande sucesso da TV brasileira, como o “Matéria Prima”, da TV Cultura e outras atrações da MTV. O grupo ganhou destaque na revista Veja e em outras publicações, como o “Caderno 2” do jornal O Estado de S. Paulo, e a “Folha Ilustrada” da Folha de S. Paulo.

 

Ícone da música gospel nacional, e considerada como percussora do movimento gospel no país, a banda possui já vendeu mais de meio milhão de cópias no Brasil  com seu 9 discos e 1 DVD lançados, número que rendeu a banda turnês uma turnês por todo Brasil e em cidades da Bolívia, Argentina, Uruguai, Inglaterra e Israel.

 

Em 2012 o grupo lançou o single “Nasceu um Novo Dia”, como prévia do ultimo álbum lançado em 2013 “Eis que Estou à Porta e Bato”, que também inclui uma faixa em inglês intitulado “I Can Fly”,  inaugurando um novo tempo para a banda, que veio para resgatar o costume que o Kats tinha de incluir em seus álbuns uma faixa em inglês.

 

 

Serviço:

Gravação do DVD” A Carne e Sangue” Katsbarnea

Data: 16 de abril

Horário: 20 horas

Local: Renascer Arena (Antigo Ginásio da Portuguesa)

Endereço: Altura do 3.700 da Avenida Marginal Tietê (Estacionamento na Rua Azurita, Portão 7)

http://www.katsbarnea.com.br

Ingressos: www.gospelbay.com.br

Após atentado em Istambul, Netanyahu diz que Israel lidera luta global contra o terrorismo

Jerusalém (TPS) – Israel está na linha de frente na batalha contra o terrorismo global, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na reunião semanal de gabinete no domingo, 20/3. A declaração foi feita após o atentado terrorista no sábado 19/3, em Istambul, que tirou a vida de três israelenses.

“O terrorismo semeia morte e destruição em todo o mundo”, disse Netanyahu. “Israel está na vanguarda da luta contra o terrorismo global.”

Netanyahu argumentou que o papel de Israel como um líder na luta contra o terror lança dúvidas sobre as ações de grupos que criticam a IDF (Forças de Defesa de Israel). “A IDF e as forças de segurança são os que lideram a luta militar contra o terrorismo”, disse Netanyahu. “A tentativa de desacreditar a IDF está errada em si, mas a tentativa de reunir informações sobre eles é intolerável”.

Na semana passada, Netanyahu acusou a ONG Breaking the Silence de “cruzar outra linha vermelha”, quando uma reportagem investigativa do Canal 2 da televisão israelense mostrou ativistas do grupo aparecendo para reunir inteligência operacional confidencial sobre a IDF. As autoridades estão investigando o assunto.

Netanyahu acrescentou que Israel não apenas se destaca no mundo em uma luta militar, mas também numa luta moral. “Esta luta é principalmente militar, mas não menos uma luta moral”, Netanyahu ressaltou. “O ponto fundamental da luta moral contra o terrorismo é deixar claro que o terrorismo mata pessoas inocentes. Ele não tem justificativa em qualquer lugar, não em Istambul, não na Costa do Marfim, e não em Jerusalém”. Netanyahu acrescentou que, em relação ao terrorismo, não há nenhuma área de indefinição. “Aqueles que não condenam o terrorismo, apoiam o terrorismo”, disse ele.

Fonte: TPS / Texto: Jonathan Benedek / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Hillel Maeir

Corpos das vítimas de atentado em Istambul chegam a Israel

Os nomes dos três israelenses mortos no ataque terrorista em Istambul neste sábado, 19/3, foram liberados para publicação no domingo, 20/3. Simcha Damari, 60 anos, da cidade Dimona, Yonathan Suher, 40, de Tel Aviv, e Avraham Goldman, 69, de Ramat Hasharon morreram no ataque, disse o Ministério das Relações Exteriores.

As equipes médicas da Magen David Adom, ZAKA, e da IDF chegaram à Turquia para fazer contato com os israelenses feridos, identificar os cidadãos israelenses mortos e coordenar a transferência dos corpos das vitimas para Israel. Uma aeronave militar levando os corpos aterrissou no aeroporto Ben Gurion na tarde de domingo. Ela também trouxe os últimos cinco israelenses de volta ao lar para receber tratamento em hospitais locais.

Quatro pessoas foram mortas, incluindo os três israelenses, quando um homem-bomba atacou numa rua principal no centro de Istambul. A explosão também feriu 36 pessoas, incluindo 11 israelenses. Três dos israelenses feridos são cônjuges dos que foram mortos. Autoridades turcas disseram que um teste de DNA confirmou que o terrorista era Mehmet Öztürk, 24 anos, um membro da organização Estado Islâmico (ISIS).

As vítimas israelenses foram visitar Istambul como parte de uma excursão culinária. Dois deles também possuem a cidadania americana. Yonathan Suher, um funcionário de alta tecnologia e pai de dois filhos, celebrou recentemente o seu 40º aniversário e estava viajando com sua esposa, Inbal, que ficou gravemente ferida no atentado. Avraham Goldman, um guia turístico, também foi morto enquanto sua esposa, Nitza, foi ferida.

Simcha Damari estava ao lado de seu marido, Ephraim, quando a explosão ocorreu, matando-a e ferindo-o levemente. Benny Biton, prefeito da cidade israelense de Dimona, disse que a família Damari era “bem conhecida e reconhecida por contribuir para os necessitados, além de ajudar instituições de forma anônima”.

Cinco dos israelenses feridos que ainda permaneciam em hospitais em Istambul foram levados para Israel na tarde de domingo, 20/3. Quatro estão em estado grave, incluindo uma senhora de 60 anos que foi muito seriamente ferida, e um que está em estado moderado.

Cinco outros israelenses feridos, em estados de leve a moderado, foram levados para Israel em ambulâncias aéreas durante a noite de sábado para domingo,19-20/3. Três estão no hospital Sheba, em Ramat Gan, e dois no hospital Ichilov, em Tel Aviv. “Eu me sinto bem e estou feliz de ter chegado de volta a Israel”, disse Pnina Greenfield, que foi ferida no ataque. “Agradeço a equipe que me trouxe aqui e desejo uma rápida recuperação a todas as vítimas feridas”.

Após o atentado, o Escritório de Combate ao Terrorismo emitiu um aviso contra viagens de israelenses para a Turquia. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comentou sobre o ataque mortal no início da reunião semanal de gabinete. “O terrorismo semeia morte e destruição em todo o mundo”, disse ele. “Israel está na vanguarda da luta contra o terrorismo global”. “O ponto fundamental da luta moral contra o terrorismo é deixar claro que o terrorismo mata pessoas inocentes”, acrescentou Netanyahu. “Ele não tem justificativa em qualquer lugar, não em Istambul, não na Costa do Marfim e não em Jerusalém”.

Fonte: TPS / Texto: Michael Bachner / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Hillel Maeir

Jovens árabes e judeus correm Maratona de Jerusalém juntos

Jerusalém (TPS) – A Sexta Maratona Internacional de Jerusalém, uma das maiores de Israel, com cerca de 30 mil participantes de 65 países, foi realizada na sexta-feira, 18/3. O queniano Kipkogey Shadrack venceu a prova masculina com um tempo de 2h16m33s, e a companheira queniana Joan Jepchir superou todas as outras mulheres com 2h38m30s.

Mais atrás, outro grupo também estava pegando seu passo: uma equipe única de corredores judeus e árabes em uma exibição de coexistência. Corredores Sem Fronteiras é um grupo misto árabe-judaico de corrida constituído por cerca de 70 corredores, muitos deles adolescentes. A maioria dos atletas são de Jerusalém, e geralmente são mais participantes árabes do que judeus. O grupo inclui duas equipes de corrida distintas: uma para meninos e outra para meninas. O grupo das meninas foi fundado por Shoshana Ben-David, 18 anos, pouco antes do início da operação Margem Protetora em Gaza, no verão de 2014. A equipe dos meninos foi fundada na mesma época por Israel Haas, 36, um administrador de empresas de Jerusalém.

“É natural para nós participar da principal corrida do ano, uma vez que treinamos em Jerusalém”, disse Haas ao Serviço de Imprensa Tazpit (TPS). “É simbólico porque esta é a primeira equipe árabe-judaica a correr e competir na Maratona de Jerusalém. Quero enfatizar a palavra ‘competir’, porque estamos correndo para vencer”, afirmou.

O evento contou com vários percursos competitivos: uma maratona (42km), uma meia-maratona (21km) e uma corrida de 10km. Outros percursos não-competitivos, incluindo uma corrida de 5 km, uma corrida de diversão em família (1,7 km), e uma corrida comunitária de 800m. Haas disse que cerca de 40 dos membros do grupo competiram na maratona este ano. No entanto, ele também descreveu dificuldades que o grupo tem enfrentado devido ao clima de tensão política. “Nós dificilmente conseguimos recrutar meninos judeus”, disse Haas à TPS, “por causa da situação e todo o medo. Eu não posso culpá-los, talvez eu teria medo como eles. Você pode ver a complexidade da situação”.

De acordo com Haas, esta é a primeira vez que árabes de Jerusalém oriental, a maioria dos quais não têm cidadania israelense, correram a maratona.

“Até que haja uma solução para a situação [política], eles só querem viver suas vidas e tomar parte no que a cidade lhes oferece”, explica Haas. “Eles querem ser tratados como cidadãos iguais da cidade de Jerusalém”.

Fonte: TPS / Texto: Michael Bachner (com colaboração de Jesse Lempel) / Tradução: Alessandra Franco / Fotos: Hillel Maeir